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Muitas pessoas costumam confundir gestão empresarial com gestão financeira. E você, sabe qual é a diferença entre elas?

Apesar dos termos serem parecidos, há uma grande diferença entre eles. Isso porque a gestão financeira se atém apenas as finanças corporativas. Em outras palavras, fazer gestão financeira é pensar na melhor forma de administrar o dinheiro dentro de uma organização.

Já a gestão empresarial é bem mais abrangente, pois ela envolve praticamente todos os setores da empresa. Ou seja, é o ato de administrar o negócio como um todo.

Sendo assim, o gestor empresarial precisa pensar em todos os detalhes como compras, custos, finanças, marketing, vendas, logística. Por ser ampla, não é possível que a gestão de empresas seja feita por somente uma pessoa. É preciso saber delegar corretamente as funções.

Mas, afinal, o que é a gestão empresarial?

Em linhas gerais, gestão empresarial é administrar uma empresa, procurando gerar o máximo de valor que ela pode proporcionar a seus sócios e acionistas. Para isso, cabe à essa gestão interna coordenar todos os departamentos, acompanhando de perto todas as questões referentes ao negócio. Podemos dizer que a gestão empresarial nada mais é que a gestão estratégica da empresa. Afinal, cabe ao gestor principal pensar em soluções que visam o crescimento do negócio, alinhando os objetivos e metas à missão, visão e valores do negócio.

Só para exemplificar, vamos considerar uma indústria de chocolates. Ela é composta por diversos departamentos para garantir o seu funcionamento. Dessa forma, dentro da empresa tempos o departamento de Marketing, de RH, de compras, financeiro, comercial, logística, controle de qualidade, produção e por aí vai. Quanto maior for uma empresa, mais departamentos ela terá.

Por exemplo, se nesse caso essa indústria de chocolates começar a exportar ela vai precisar criar o departamento de exportação.

Portanto, cada um desses departamentos terá um gerente que será responsável por garantir o seu bom funcionamento. Porém, os gestores de departamento não terão a visão da empresa como um todo. Por mais que trabalhem interligados, o foco sempre será o melhor funcionamento do departamento.

Já o gestor empresarial é quem irá olhar para a empresa de forma mais abrangente, entendendo quais devem ser os resultados de cada departamento para garantir assim o sucesso do negócio.

Por isso dizemos que a gestão empresarial pode ser considerada uma gestão estratégica. Pois é ela que irá pensar no crescimento propriamente dito do negócio.

Quem exerce a função de gestor empresarial?

Normalmente o gestor empresarial é o próprio dono do negócio, ou então um diretor, ou presidente, dependendo do porte da empresa. Essa pessoa geralmente conhece a fundo todos os processos da empresa e sabe acima de tudo ler os indicadores para então realizar as cobranças corretamente.

Além disso, o gestor empresarial não perde tempo com detalhes, e por isso o seu foco está na criação de estratégias que visam o crescimento. Por exemplo, a missão, visão e valores da empresa devem ser criados pelo gestor empresarial, caso seja o fundador da empresa, assim como as metas de crescimento, e é uma das 13 Ferramentas Práticas de Gestão® apresentadas no Sistema ADG®. Portanto, para exercer essa função é preciso estar muito atento ao mercado, sempre buscando acompanhar todas as novidades e inovações tecnológicas.

Então, pode-se concluir que a visão do gestor empresarial precisa estar além das questões internas da própria empresa.

Gestão Empresarial com A Master Experiens®

” Tudo em uma empresa começa com a definição de quem ela é, de onde está, para onde quer ir e quais serão os valores que vão permear esse trajeto. “

Nilson N. Freitas, Fundador e Presidente da Master Experiens®

Como seria essa visão estratégica do gestor?

Falamos que o gestor empresarial precisa ter uma visão estratégica do negócio e isso resume-se a entender o mercado como um todo. Vamos continuar ilustrando nosso artigo com o exemplo de uma indústria de chocolates.

Existem consumidores que irão comprar esse chocolate para comer, o lojista que irá vender o chocolate para o consumidor e o distribuidor que irá comprar da fábrica e revender para o lojista. Além disso, existem também os concorrentes brigando por uma fatia de mercado, assim como os canais de comunicação para divulgar esse produto e serviço e os fornecedores de matéria-prima.

Olhando de forma mais abrangente é possível ainda encontrar os concorrentes indiretos que são aqueles de mais difícil identificação. Por exemplo, uma criança pode optar em usar o dinheiro da sua mesada para comprar uma bala ao invés de um chocolate.

Note que a fábrica de balas não é concorrente direta da fábrica de chocolates, mas de certo modo, ambas podem brigar para abocanhar uma maior parte do orçamento de uma família.

Portanto, o gestor empresarial precisa enxergar isso e ter uma visão muito mais ampla do seu negócio, procurando sempre novas oportunidades para se destacar no mercado.

A visão interna

Além da visão de mercado, o gestor empresarial também precisa ter uma visão da empresa de uma forma geral, para então propor as melhorias necessárias. Dessa forma, baseado no mercado, nas inovações recentes, nas possíveis ameaças e oportunidades, cabe ao gestor avaliar os processos passiveis de melhoria.

Esses upgrades podem ir desde um planejamento de custo ou então a mudança de matéria prima que compõe o próprio produto. Também poderá o gestor empresarial sugerir mudanças no mix de produtos de um negócio objetivando uma melhoria no lucro da empresa.

Além disso, o gestor precisa estar atento aos gargalos do negócio que podem ser pontos onde a empresa está perdendo dinheiro. Nem sempre é fácil identificar esses gargalos, mas com uma visão abrangente sobre a empresa e sabendo ler os indicadores isso pode ser alcançado.

Em resumo, o administrador empresarial precisa entender tanto do mercado, quanto dos procedimentos internos de uma empresa para garantir seu crescimento e uma maior geração de valor aos acionistas.

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Como fazer a gestão empresarial?

Até aqui falamos um pouco sobre como o gestor empresarial deve trabalhar. E isso consiste em ter uma visão abrangente sobre o mercado e a organização. Ademais, também é preciso que o gestor busque reciclar os seus conhecimentos constantemente. Na Arte da Gestão®, a Busca é a procura incessante do líder pelo conhecimento, sendo um dos 100 Fatores que norteia todo o Sistema ADG®.

Além disso, para fazer a gestão empresarial de um negócio é preciso ser bastante detalhista e estar atento a todos os pormenores que possam vir a surgir. Portanto, separamos abaixo 5 passos simples para quem quer se especializar em gestão empresarial e trabalhar com isso.

1 – Procure sempre olhar a empresa com a visão de fora

Um dos pontos mais importantes que alguém precisa entender para fazer gestão empresarial é procurar olhar sempre o negócio com a visão de fora. Até porque, no dia a dia de uma organização é bastante comum surgir diversos vícios, que nada mais são que maneiras de se trabalhar.

Por exemplo, se todos estão acostumados a usar um software e ele parecer ser bom, a empresa passa a se acostumar com isso. No entanto, se com o tempo surgir um novo software no mercado, com mais eficiência, a companhia precisa estar pronta para a mudança.

E quem deverá ver isso? O gestor empresarial.

Porém, se o gestor estiver também acostumado ao sistema antigo, ele deixará essa oportunidade passar.

O que pode ocorrer é uma reação do mercado, em que concorrentes darão um passo na frente e como consequência o negócio poderá perder competitividade. É por isso que o gestor empresarial precisa ter Visão, um dos principais fatores de A Arte da Gestão®. Ou seja, conseguir ver além do que os outros conseguem ver. Para isso, não há outro caminho a não ser se informar constantemente, pesquisar o mercado e até mesmo acompanhar inovações em outros países.

Vamos citar um exemplo bastante recente. O Covid-19 começou na China no mês de dezembro de 2019.

Antes mesmo de chegar ao Brasil, o vírus já havia se alastrado pela Europa, que havia decretado o isolamento social, impactando no faturamento de muitas empresas. Um gestor atento, que acompanha as notícias do mundo, saberia dois meses antes da possibilidade de isso acontecer aqui no Brasil.

Considerando que esse gestor administra uma rede de restaurantes, o que ele poderia fazer? Talvez criar um aplicativo e fortalecer o sistema de entregas. Portanto, na hora que o isolamento chegasse aqui, ele estaria um passo à frente dos demais concorrentes.

Esse é apenas um exemplo, e já dá para ver como é importante ter essa visão de fora da empresa para conseguir alcançar o sucesso.

2 – Trabalhe sempre com planejamento

Um outro ponto importante que o gestor empresarial precisa se atentar diz respeito ao planejamento.

Ou seja, para fazer uma boa gestão empresarial é preciso pensar em planejamento. Afinal, isso consiste em se antecipar a vários fatos. O planejamento pode ser feito anualmente, porém nada impede dele ser revisado a cada dois ou três meses caso haja mudanças no mercado. Quanto mais minucioso for um planejamento, maiores serão as chances de sucesso de uma empresa.

Geralmente, um bom planejamento começa por meio de uma análise SWOT que significa identificar os pontos fortes e fracos de uma organização, assim como as oportunidades e ameaças do mercado.

Por exemplo, o gestor irá procurar identificar onde estão os pontos falhos do negócio e onde estão os pontos fortes.

O mesmo ele irá fazer com os concorrentes, identificando quais são os pontos que eles mais se destacam e quais são os pontos que eles são insuficientes. Além disso, ele precisa se atentar às oportunidades e ameaças do mercado que pode colocar tudo a perder em menos tempo do que se imagina.

Quantas empresas desapareceram nesses últimos anos? Inúmeras, não é verdade? Pense, quantas videolocadoras existem hoje em dia?

Quantas lojas de CD existem? E quantas Lan houses? Repare como a tecnologia foi capaz de acabar com segmentos inteiros.

Porém, gestores que estavam atentos às ameaças de mercado, fazendo constantemente um planejamento, se anteciparam ao fato e puderam mudar a estratégia do negócio. Sendo assim, não há como pensar no gestor como alguém que não busque entender do macroambiente. 

3 – Interpretação de dados e planos de ação

Fora o que já falamos até aqui, para ser um gestor de empresas de sucesso é preciso também saber interpretar os mais variados dados e criar planos de ação. Quanto mais indicadores uma empresa tiver, mais fácil será identificar pontos que precisam ser melhorados e criar estratégias para isso.

Dessa forma, a companhia pode ter indicadores de desempenho de produção, indicadores de satisfação do cliente, indicadores de inadimplência, de giro de estoque e por aí vai. No entanto, não basta apenas ter indicadores, é preciso saber interpretá-los.

Por exemplo, vamos considerar o indicador de giro de estoque.

Quanto mais o estoque do negócio crescer sem as vendas acompanharem, esse indicador vai piorar.

E aí eu pergunto, isso é bom ou ruim?

A resposta é muito relativa. Em um primeiro momento pode parecer que isso seja ruim. E é bem provável que seja, mas pode haver outros fatores. Por exemplo, a empresa pode ter aumentado o estoque em curto prazo porque a matéria prima teria um aumento futuro.

Desse modo, o gestor empresarial precisa estar atento nessas questões e saber interpretar os dados de forma correta. Além disso, é preciso também cruzar os dados de maneira eficiente. Ou seja, cruzar o giro de estoque com o tempo médio de recebimento e por aí vai.

Como existem diversos departamentos dentro de uma organização, haverá diversos indicadores distintos, que podem ser apurados pelos mais variados departamentos como financeiros, marketing, produção etc. Desse modo, o gestor empresarial precisa acompanhar esses indicadores, transformando esses dados em informações concretas.

Somente assim será possível criar um plano de ação completamente eficiente para buscar uma melhoria contínua desses indicadores.

4 – É preciso saber delegar tarefas e cobrar resultados

Uma outra característica necessária para quem deseja fazer gestão empresarial é saber delegar tarefas e cobrar resultados. Isso independe do porte da empresa. Afinal, se o gestor empresarial não souber delegar funções ele acabará ficando perdido no negócio.

Normalmente, nos pequenos empreendimentos é bastante comum isso acontecer. Ou seja, o gestor acaba querendo entender de todos os setores de forma detalhada e esquece que sua função é mais abrangente. Inclusive, nas pequenas organizações, muitas vezes os donos do negócio acabam passando uma grande parte do tempo apagando incêndios, e sequer fazem um bom planejamento.

Por isso, o próprio índice de mortalidade dos pequenos negócios é alto no Brasil. São poucas as empresas que conseguem passar do quinto ano de vida. Isso acontece porque o gestor empresarial perde muito tempo resolvendo problemas operacionais e não se atenta a possíveis ameaças do mercado.

Enquanto o gestor fica pensando em questões que podem ser resolvidas por gerentes e supervisores, ele deixa de pensar de maneira estratégica.

5 – Estar sempre um passo na frente

Por fim, não há como fazer uma gestão empresarial sem estar um passo na frente. Em um breve comparativo, podemos dizer que a gestão empresarial é como um jogo de xadrez. Ou seja, um bom jogador está sempre atento na próxima jogada. Em alguns casos o jogador precisa pensar duas ou três jogadas na frente. O gestor empresarial precisa ser igual. Ele precisa pensar muitas vezes, cinco ou até mesmo dez anos na frente para elaborar estratégias acertadas.

Por exemplo, é preciso levantar alguns questionamentos: como estará esse mercado daqui dez anos? Quais os fatores que podem acabar com esse mercado? Até aonde é possível crescer nesse mercado? 

Caso esse mercado venha a acabar por qual caminho a empresa poderá seguir? Repare que ao responder essas questões o gestor está dando um passo à frente. Ele irá tentar prever os mais variados cenários possíveis, e se algo acontecer, terá uma carta na manga para agir.

É como ter um plano B, afinal ele já pensou nos possíveis cenários, e então já, tinha se antecipado aos fatos.

Um gestor precisa conhecer a economia e o mercado que está inserido.

Não poderíamos deixar de dizer que um gestor precisa conhecer profundamente a economia para saber agir. Diversos fatores econômicos podem influenciar tanto negativamente, quanto positivamente uma empresa. Por isso, é preciso atenção.

Por exemplo, uma possível inflação pode ser prevista antes. Uma pressão inflacionária normalmente começa devagar. O gestor que se atenta nisso, pode aumentar a estocagem e ganhar em margem de contribuição por exemplo. Ou então, criar uma promoção, reduzindo sua margem a curto prazo, mas aumentando sua base de clientes pensando no longo prazo.

Um outro exemplo, pode estar relacionado ao câmbio, ou até mesmo a taxa Selic. Enfim, em cima das decisões macroeconômicas é possível elaborar estratégias acertadas.

Inclusive, o Banco Central publica semanalmente o relatório Focus, onde traz perspectivas do mercado em relação a alguns indicadores econômicos. Um bom gerente empresarial precisa acompanhar esses relatórios, interpretando esses dados e definindo o caminho que a empresa precisa seguir. Sendo assim, cabe ao gestor empresarial ter uma visão diferenciada em relação a macro e a microeconomia.

Afinal, conhecendo esses fatores, fica muito mais simples definir estratégias, criar alternativas e elaborar um mix de produto com o objetivo de atingir o lucro máximo em uma organização.

Em resumo, cabe ao gestor de empresas acompanhar os noticiários, estudar os concorrentes, pensar a curto, médio e longo prazo e estudar bastante sobre o mercado no qual está atuando.

Não há, portanto, mais espaço para gestores que fiquem presos na questão operacional e que não se atente no planejamento como um todo. Ou seja, é preciso ter Visão e ao mesmo tempo saber delegar funções para que o negócio realmente alcance o seu maior objetivo que é: crescer e gerar valor para a sociedade e seus acionistas.

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